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Mensagens

A Little Princess

Livro perfeito para quem quiser uma leitura de conforto, um livro infantil fofinho.

Sara Crewe não é uma princesa - Sara é a filha do Captain Crewe, um jovem viúvo, que a adora e a mima e, um dia, a leva da Índia para estudar em Londres, como todas as meninas de família, para quem a Índia não seria o lugar mais adequado ou saudável onde crescer. O Captain Crewe não se quer separar da sua pequena Sara, mas sabe que é para o bem dela. Miss Minchin, a professora da escola onde Sara é acolhida, não gosta dela, desde o início; mas, por ter apreço pelo dinheiro dos Crewe, aceita os luxos que o Captain Crewe deseja para a sua filha: as bonecas, as roupas excessivas, o conforto.
Sara não é a menina mimada que poderia ser - Sara é gentil, generosa, calma, madura para a sua idade. Toda a gente gosta dela, e toda a gente gosta das histórias que Sara conta, da sua imaginação incrível. Sara trata toda a gente bem: desde as suas colegas mais mimadas e crianças, à empregada-quase-escrava da escola,…
Mensagens recentes

Giovanni's Room

Paris, 1950s.


David é um norte-americano que vive em Paris e está à procura de si mesmo enquanto a sua namorada, Hella, decide se se quer casar com ele fazendo uma viagem solitária por Espanha. David está a ficar sem dinheiro - e o pai dele cortou os fundos, na esperança que ele volte para casa, pois considera que, com quase 30 anos, já não tem idade para esses devaneios.

O conflito de David reside numa voz interna que não ouve, que tenta não ouvir - a voz que o corrói por dentro, que não o deixa aceitar quem realmente é, que o obriga a ceder à vida convencional e ao falso sentido de segurança: porque, em adolescente, se envolveu com Joey, o seu então melhor amigo.

David conhece Giovanni, não por estar à procura de alguém, mas porque precisa de dinheiro e o pede a Jacques, um homem de negócios americano, mais velho, cujo preço é entretenimento, companhia, conversa, ou mais, dependendo do grau de desespero. Jacques sente-se atraído por Giovanni, um barman num bar gay de Paris, e espera…

Carrie

É a segunda vez que leio este livro (o primeiro livro publicado de Stephen King), tendo-me sido emprestado há anos.

Lembro-me de ter visto o filme quando era ainda muito pequena, de a imagem de uma rapariga coberta de sangue no seu baile de finalistas me ter ficado na cabeça. Lembrava-me dos homicídios em massa que se seguiram.
Não sou, na verdade, adepta de reler livros (tantos livros para ler, tão pouco tempo, etc), mas decidi dar a este essa chance - a verdade é que adoro o filme, que já tive oportunidade de rever. É uma história que faz parte da cultura popular, e há motivos para isso; a verdade é que há muito mais neste livro que não apenas o sangue de porco, os homicídios, a mãe fanática religiosa. O livro vale a pena mesmo já se sabendo o que se passa, até porque Stephen King introduz, no meio da narrativa, excertos de livros e artigos fictícios que tratam sobre o assunto: desde papers sobre telecinese, a memórias e entrevistas de alguns alunos e cidadãos de Maine (onde se pas…

It Can't Happen Here

Apresento-vos a distopia mais assustadora que alguma vez li.

Queria ler este livro há já vários anos: segundo o Goodreads, estava na minha wishlist desde 2012. Sinclair Lewis é um autor laureado com o prémio Nobel que possivelmente muita gente desconhece. Já tinha lido Main Street, do autor - um livro extremamente inspirador sobre small town America. Em It Can't Happen Here, escrito em 1935, um candidato populista, Buzz Windrip (este livro está repleto de nomes estranhos) é eleito presidente e rapidamente torna os EUA numa ditadura. Este livro tornou-se particularmente popular desde a eleição de Donald Trump, e pode-se facilmente compreender porquê.

People will think they're electing him to create more economic security. Then watch the terror! God knows, there's been enough indication that we CAN have tyranny in America.

It Can't Happen Here, como em, "não pode acontecer aqui". Como em, "isso só acontece aos outros". Nunca nos acontece a nós, não é v…

Festa do Livro de Belém

No passado Domingo fui passear ao quintal da casa do Marcelo.

Fui sem intenção alguma de adquirir mais livros; fui pelo espaço, que constava ser lindo (e é!) e por estar a 15 minutos a pé de casa, e porque pessoa que gosta de livros não perde uma oportunidade destas, certo?
Aquilo que mais me surpreendeu foi a fila que estava, e que se formou atrás de mim. Percebi, já mais perto da entrada, que esta se devia ao facto de se ter de passar os pertences num scanner, e de nem toda a gente aparentemente perceber que "tire tudo dos bolsos" significa "tire tudo dos bolsos".

O espaço, esse, é sem dúvida lindíssimo, e faz com que a visita valha imediatamente a pena. Alguém sabe se os jardins também estão abertos para visita, como o museu? Sei que pessoas (como por exemplo, a minha irmã) tiveram oportunidade de ver o dono da casa, mas não tive essa experiência. Passei uma vista de olhos rápida pelas bancas: a Livros Horizonte tinha descontos excelentes, a Compa…

Maratona Literária + Book Bingo

Findos os desafios, fica aqui o balanço final!

Este não foi o verão mais recheado de leituras dos últimos anos. Entre algum excesso de trabalho, projectos pessoais, o desânimo do Le Rouge et le Noir (que ainda não acabei de ler), e outras questões afins, não terminei nenhum dos desafios que mencionei há alguns meses. Nunca foi o meu objectivo fazê-lo, acrescente-se.
Acrescento também que há uma série de reviews em atraso por estes lados, pelos motivos acima descritos, mas que lá chegaremos.
Maratona Literária de Verão 2017
Desafios concluídos e contabilização das páginas:
1) Ler um livro noutra língua (inglês, francês, espanhol, italiano, etc.) El Túnel, de Ernesto Sabato, em espanhol. 160 páginas 2) Ler um livro de um autor português O que traz a noite, de Alexandre Costa. 128 páginas 4) Ler um livro infantil A Little Princess, the Frances Hodgson Burnett. 294 páginas 5) Ler um livro publicado em 2017 Ruínas, de Hugo Lourenço. 168 páginas 6) Ler um livro de um autor que nunca leste Bowie…